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	<title>SEMINÁRIO/SEMINAR &#187; apresentações</title>
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	<description>FBAUP 2009/2010 (1s) - Miguel Leal</description>
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		<title>apresentação online</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 16:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonel_coel</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>

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		<description><![CDATA[por motivo das circunstâncias optei por deixar o documento da minha apresentação para Seminário online disponível para a turma.. eu sei o que a casa gasta mas assim sigo tentando..

está em formato .pdf tal qual como foi optimizado para o equipamento a ser utilizado em questão
no seu interior podem encontrar algumas imagens de obras de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por motivo das circunstâncias optei por deixar o documento da minha apresentação para Seminário online disponível para a turma.. eu sei o que a casa gasta mas assim sigo tentando..</p>
<p><span id="more-467"></span></p>
<p>está em formato .pdf tal qual como foi optimizado para o equipamento a ser utilizado em questão</p>
<p>no seu interior podem encontrar algumas imagens de obras de Cai Guo-Qiang</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>deixo um apontamento para a obra &#8220;Black Rainbow&#8221; apresentada em Valência, Espanha, data de 2005.</p>
<p>procurei documentação sobre o facto se a escolha da cidade de Valência teria algo relacionado com as Fallas que é uma festa que se repete todos os anos em Valência e que enche a cidade de gente vinda de todo o lado, ingleses, franceses, italianos, japoneses, etc..</p>
<p>no ano de 2006 ou 2007 estive na semana (férias da páscoa, julgo eu) em que culmina a festa com a queima das Fallas..</p>
<p>as Fallas são esculturas/instalações que vão desde pequenas dimensões até à altura de 3/4 pisos e que estão espalhadas por toda a cidade, em espaços exteriores preferencialmente em praças ou até mesmo cruzamentos, assim que em vários locais a circulação rodoviária tem obrigatoriamente de ser cortada.</p>
<p>a produção destas peças fica ao encargo de diversos ateliers, incluso, estudantes das Belas-Artes de Valência que trabalham nas mesmas durante todo o ano, uma situação paralela ao que passa no Brasil com o Carnaval</p>
<p>além de toda a diversidade de eventos que decorrem em simultâneo existe uma tradição no uso e utilização de petardos de todas as espécies, por gente de todas as idades, 24 horas por dia em qualquer local da cidade..</p>
<p>um fenómeno que chega até família. aliás são inúmeras as famílias que passeiam com os seus filhotes, quantos que nem sabem ler ou escrever mas já sabem lançar petardos..</p>
<p>um ritual que começa na família e se espalha por toda a cidade e além fronteiras..</p>
<p>de facto se verifica que com a passagem de testemunho para bolonha é rara a situação em que todos apresentam o seu trabalho porque é que então simplesmente não se antecipa uma postura perante o sistema e se executa todas as apresentações online. até porque de um dado ponto-de-vista o que se potencia para o futuro do ensino é ultrapassar a complicação das relações físicas humanas</p>
<p>http://www.mediafire.com/?nkyjnj0jtmm</p>
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		<title>Dervixes</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 13:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Pedroso</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
&#8220;Um giro secreto em nós faz girar o universo. A cabeça desligada dos pés, e os pés da cabeça. Nem se importam. Só giram e giram.&#8221; Rumi
A rotação como fenómeno de aproximação com um inconsciente, com algo superior, relaciona-se com o carácter repetitivo, tanto do movimento, como do som que o acompanha, como é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-452" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2010/01/237_Dervishes02.jpg" alt="Dervishes" width="500" height="333" /></p>
<p><!--[if !mso]&gt; &lt;!  v\:* {behavior:url(#default#VML);} o\:* {behavior:url(#default#VML);} p\:* {behavior:url(#default#VML);} .shape {behavior:url(#default#VML);} v\:textbox {display:none;} --> <!--[endif]--><!--[if !ppt]--><!-- .O 	{color:white; 	font-size:149%;} a:link 	{color:gray !important;} a:active 	{color:#CC9900 !important;} a:visited 	{color:#666633 !important;} --><!-- .sld 	{left:0px !important; 	width:6.0in !important; 	height:4.5in !important; 	font-size:103% !important;} --><!--[endif]--></p>
<p>&#8220;Um giro secreto em nós faz girar o universo. A cabeça desligada dos pés, e os pés da cabeça. Nem se importam. Só giram e giram.&#8221; Rumi</p>
<p>A rotação como fenómeno de aproximação com um inconsciente, com algo superior, relaciona-se com o carácter repetitivo, tanto do movimento, como do som que o acompanha, como é o caso das cerimónias <em>Sema </em>dos Sufis<em> </em>islâmicos da ordem Mevlevi, seguidores de Rumi. Deste modo, a dança, a rotação, a repetição, a aproximação de um estado interior mais, ou menos, inconsciente, relacionado com estímulos externos ou auto-aplicados, foram os pressupostos para a apresentação dos exemplos na arte.</p>
<p><span id="more-451"></span></p>
<p><em>Meetings With Remarkable Men</em>, Peter Brook, 1979</p>
<p>http://video.google.com/videoplay?docid=-3813872527827778135#</p>
<p><em>Dances Sacred and Profane</em>, Fakir Musafar, 1982</p>
<p>http://www.bodyplay.com/</p>
<p><em>Your Sun Machine, </em>1997; <em>Your Spiral View</em>, 2002; <em>Your Sun Machine, </em>1997; <em>Round Rainbow</em>, 2003; Olafur Eliasson</p>
<p>http://www.olafureliasson.net/</p>
<p><em>Spinning Hum, Experiments for Microphone Series,</em> 2005/6, Bob Levene</p>
<p>http://www.boblevene.co.uk/</p>
<p><em>Cut-ups, </em>1966, William Burroughs eAntony Balch</p>
<p>http://www.ubu.com/film/burroughs_cut.html</p>
<p><em>Dream Machine</em>, 1961, Brion Gysin</p>
<p>http://www.briongysin.com/BG/Calligraffiti_of_Fire.html</p>
<p><em>FLicKeR</em>, 2008, Nik Sheehan</p>
<p>http://www.megavideo.com/?v=KG4KFPBY</p>
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		<title>Glitch_apresentação</title>
		<link>http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=446</link>
		<comments>http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=446#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 03:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LuisPereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>

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		<description><![CDATA[G L I T C H    A R T
Erro / Acidente / Acaso
D e s e n h o
ex: “frottage” &#8211; ACIDENTE
P i n t u r a
ex: surgimento do “dripping” &#8211; ACIDENTE
J.Pollock – Number 8  1949  (detalhe)
M ú s i c a
ex: John Cage  (1912-1992)
William&#8217;s Mix (pauta)_1952
F o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>G L I T C H    A R T</p>
<p>Erro / Acidente / Acaso</p>
<p>D e s e n h o<br />
ex: “frottage” &#8211; ACIDENTE</p>
<p>P i n t u r a<br />
ex: surgimento do “dripping” &#8211; ACIDENTE<br />
J.Pollock – Number 8  1949  (detalhe)</p>
<p>M ú s i c a<br />
ex: John Cage  (1912-1992)</p>
<p>William&#8217;s Mix (pauta)_1952</p>
<p>F o t o g r a f i a<br />
ex: A. Strindberg &#8211; celestografias &#8211; ACASO</p>
<p>Sem título  1894  12&#215;8cm</p>
<p> </p>
<p><span id="more-446"></span></p>
<p>Contextualização</p>
<p>“Literally, a glitch is a spike or change in voltage in an electrical current.”<br />
- John Glenn, em 1962, durante o Programa Espacial Norte-Americano (referindo-se à explicação de alguns problemas de ordem técnica que experimentaram)</p>
<p>Da mesma forma que se assumiu e explorou o erro, o acidente e o acaso nas mais variadas áreas artísticas, o mesmo aconteceu no campo digital, surgindo assim a chamada “Glich Art”.</p>
<p>Contudo, comecemos por tentar perceber o que é um “Glitch puro”.<br />
O termo glitch é usado quando ocorre uma falha num sistema electrónico. Ou seja, é o resultado, inesperado, de um mau funcionamento, de uma avaria ou de um qualquer erro.<br />
Este termo pode ser aplicado tanto à área da informática como à área electrónica e cibernética, ou ainda a sistemas de informação. Estas falhas, de ordem técnica, podem acontecer nos mais variados tipos de suportes/aparelhos, como: software, hardware, máquinas fotográficas e de vídeo, videojogos, aparelhos de áudio e de telecomunicações.<br />
Um exemplo do que é um glitch puro foi o que aconteceu durante a apresentação oficial do “Microsoft Windows 98”, durante a qual houve um erro inesperado, e que viria a ficar conhecido como “a tela azul do Windows 98”.<br />
website: http://www.youtube.com/watch?v=2eZKLFNeVD4</p>
<p>Eventuais falhas que podem originar um Glitch:</p>
<p>- um CD/DVD arranhado ou danificado;<br />
- um fluxo de vídeo na Internet ou televisão digital;<br />
- interferências nas telecomunicações;<br />
- um acidente de software devido à insuficiência de memória;<br />
- uma câmara digital ou outro dispositivo com defeito;<br />
- pico de tensão que provoca danos nos sistemas informáticos;<br />
- um erro de comunicação, quando  se transferem dados de um ambiente para outro ou de um programa para outro. ex: “Glitch Pad”.</p>
<p>O Glitch Pad:</p>
<p>Na prática, consiste em abrir um qualquer ficheiro de imagem não compactado (extensão “bmp” ou “tiff”) no “Microsoft Word Pad” e clicar em “salvar”. Quando se abre novamente o arquivo como uma imagem, o resultado é um glitch da imagem original (deturpação da imagem original).<br />
Estes tipos de falhas ocorrem nos computadores devido a ”bugs” de software ou falhas de hardware, originando, não raras, vezes padrões ilegíveis que aparecem nos monitores, como se pode constatar no exemplo seguinte:</p>
<p>imagem original				  imagem glitch</p>
<p>Exemplos de alguns glitches mais comuns:</p>
<p>O Glitch como Arte</p>
<p>Numa altura em que cada vez mais a sociedade na qual estamos inseridos, tenta evitar e esconder o mais possível os seus próprios erros, curiosamente, ou talvez não, alguns artistas plásticos apropriam-se e exploram este mesmo “erro/falha”, transformando-o na sua bandeira, assumindo-o como o ponto fulcral do seu trabalho e investigação &#8211; o próprio erro torna-se, desta forma, potencialmente apelativo quer pelas suas características plásticas como conceituais.</p>
<p>Principais conceitos formais associados:<br />
- Fragmentação / Repetição / Linearidade / Sobreposição / Arrastamento / Deterioração / Grelha.</p>
<p>mas também, conceptualmente, a APROPRIAÇÃO e DESCONTEXTUALIZAÇÃO.</p>
<p>Alguns Artistas Glitch:</p>
<p>-	Tony (Ant) Scott<br />
-	 Jodi<br />
-	 Ryoji Ikeda<br />
-	 Yasunao Tone<br />
-	 Pipilotti Rist<br />
-	 Takeshi Murata</p>
<p>Tony (Ant) Scott (Ing.)<br />
Behind the word Glitch is now also emerging a digital art movement that explores imperfection by producing or saving unwanted images. Made with a digital camera, a printer or a scanner and based on an accident or a malfunction in a program causing a computer crash, a glitch can be defined saying that it is the on-screen output of something not working properly.</p>
<p>According to Tony (Ant) Scott making glitches do not seem to be the end of the world and these are the type that intrigue him. He worked out a 4 step pattern that will take you to glitch notoriety. The extended version can be found here: www.beflix.com/tech.html, we can summarize it as follows:</p>
<p>- Wait for something to go wrong, or force something to go wrong.</p>
<p>- Capture it.</p>
<p>- Use digital imaging software to crop the image to select the best of it.</p>
<p>- Upload your glitch on the internet.</p>
<p>Maybe it is the aesthetics or the experience of capturing pure glitches that make them seem so appealing. Like chasing rare butterflies and pinning them down once they are captured. There also seems to be a certain amount of fetish involved, regarding that there is such an obsession around the Glitch process and discovery of it, and making of it; glitch artists use or provoke digital &#8220;failure&#8221; to enlarge the artistic possibilities of these momentary accidents.</p>
<p>Série “CHROMA”<br />
(alguns exemplos &#8211; fotografias):<br />
“These images are based on some code I wrote on my Dragon 32 home computer in 1984, when I was a teenager. The digital information in the computer&#8217;s electronic memory, or RAM, is displayed on screen as black-and-white patterns. Then, these images have been slightly mistuned via a TV tuner, which creates the coloured fringes, called &#8220;chroma crawl&#8221;. I have long been fascinated by images which are simultaneously black-and-white, yet highly colourful at the same time.” – Tony (Ant) Scott</p>
<p>“It&#8217;s the image itself that interests me more than the process.”</p>
<p>trabalhos diversos (fotografias):</p>
<p>Joan Heemskerk  / Dirk Paesmans  / (Projecto “Jodi”)</p>
<p>Outros trabalhos que escolhemos para esta apresentação são desenvolvidos por dois artistas &#8211; Joan Heemskerk (holandês, nascido em 1968) e Dirk Paesmans (belga, nascido em 1965), os quais formam o colectivo “Jodi”.<br />
Ambos têm formação em fotografia e vídeo-arte, sendo que desde meados da década de 90 começaram a trabalhar em arte digital, criando projectos originais para a Internet.</p>
<p>As suas estratégias de intervenção passam pela utilização de vários suportes, sendo os principais, o cd-rom e a Internet sendo que aqui os projectos apresentados tiram partido da linguagem específica da web.<br />
Para quem não conhece o conceito dos seus trabalhos eles são totalmente incompreendidos. Por exemplo, um dos trabalhos que desenvolveram em 1995 parece, à primeira vista, ser um texto sem sentido ou um ficheiro corrompido, mas quem vir o código-fonte HTML compreende que há nele toda uma informação que revela diagramas detalhados de bombas de hidrogénio e de urânio.</p>
<p>website: wwwwwwwww.jodi.org</p>
<p>Um dos mais conhecidos projectos desta dupla é o “Error 404”. O “Error 404” é uma das mensagens de erro mais comuns na internet e é apresentado sempre que existem dificuldades na apresentação de uma webpage. Ou porque o endereço já não existe, foi alterado ou mal escrito ou ainda porque está fora de serviço ou, então, porque qualquer outro erro de navegação foi cometido. Contudo, neste caso o importante é a possibilidade de tirar partido deste tipo de anomalias que nasceram como informação e foram, posteriormente, usadas para um projecto artístico, onde existe a intenção clara de produzir obra a partir da manipulação (visual) deste erro de navegação.<br />
website: http://404.jodi.org/</p>
<p>Tanto neste trabalho como no anterior existem, simultaneamente, um factor de surpresa e de decepção, quando acedemos a estas webpages, pois deparamo-nos com uma série de linhas de programação informática que não era esperado ou suposto encontrarmos.<br />
Deparamo-nos, assim, com uma inversão do sentido natural das coisas na aparência destas páginas. Ao contrário da situação &#8220;habitual&#8221; em que o que é mostrado é, normalmente, o resultado da estrutura oculta da página, isto é, a sua programação. O que aqui fica oculto é precisamente o resultado visual pretendido, apenas acessível àqueles que conseguem chegar a níveis de manuseamento da navegação que lhes permita descobrir a componente onde habitualmente se esconde a programação.</p>
<p>Outro factor importante é a questão do anonimato subjacente a este género de trabalhos, pois quando os vemos não temos a possibilidade, pelo menos imediata, de saber quem está por detrás da construção destes sites. Quando perguntaram a Joan e a Dirk sobre o anonimato das suas obras eles responderam:</p>
<p>“Nós apresentamos ecrãs e coisas que estão a acontecer nesses ecrãs.<br />
Evitamos explicações. Olhem para qualquer exposição: as pessoas procuram as placas de informação ao lado dos trabalhos artísticos, antes de olharem para os trabalhos. Querem saber quem fez a peça, antes de terem uma opinião sobre esta. É o que tentamos evitar.”</p>
<p>Aproximação visual, processual e conceptual a outras práticas artísticas</p>
<p>Pintura  (visual)</p>
<p>- FRAGMENTAÇÃO<br />
Boccioni &#8211; Dinamismo da Cabeça de Um Homem  1914  óleo</p>
<p>- REPETIÇÃO<br />
Boccioni &#8211; Those Who Stay  1911  óleo</p>
<p>- DETERIORAÇÃO<br />
P.Cezanne &#8211; Le Jardin a Les Lauves  1906  óleo</p>
<p>- PIXELIZAÇÃO<br />
P.Cezanne &#8211; Le Mont Sainte-Victoire vu des Lauves  1906  óleo</p>
<p>- SOBREPOSIÇÃO<br />
G. Braque &#8211; Bottle, Newspaper, Pipe and Glass  1913  48&#215;64cm  téc.mista</p>
<p>- FRAGMENTAÇÃO<br />
G. Braque &#8211; Harbor in Normandy  1909  óleo</p>
<p>- GRELHA<br />
P.Mondrian &#8211; Composition A  1920  91,5&#215;92cm  óleo</p>
<p>- PIXELIZAÇÃO<br />
P.Mondrian &#8211; Broadway Boogie Woogie  1943  127&#215;127cm  oleo</p>
<p>- CONTAMINAÇÃO<br />
Gerhard Richter  (implicação com a Fotografia)</p>
<p>- ARRASTAMENTO<br />
Gerhard Richter &#8211; Green, Blue, Red  óleo</p>
<p>- PIXELIZAÇÃO<br />
Gerhard Richter &#8211; 4900 Colours  2007  680&#215;680cm  oleo</p>
<p>Bauhaus  (visual)</p>
<p>- LINEARIDADE, GRELHA<br />
Marcel Breuer</p>
<p>Cinema  (processual)</p>
<p>Stan Brakhage (1933-2003)</p>
<p>- acção/manipulação directa sobre o próprio médium</p>
<p>Ready-made  (conceptual)</p>
<p>O “Erro” na Glitch Art associado aos conceitos de:<br />
•	Apropriação</p>
<p>•	Descontextualização</p>
<p>Apropriação da estética Glitch pela cultura popular</p>
<p>Actualmente o campo desta prática artística tem-se alargado bastante, de forma a ser acessível neste momento a qualquer utilizador através de ferramentas disponíveis na web com programas específicos, os quais ajudam a criar este tipo de imagens ou de sons, como o “Jitter”, o “C74”, o “Processing 1.0” e o “Glitch Sequencer”, entre outros.</p>
<p>website: http://www.glitch-sequencer.com/</p>
<p>É ainda importante notar que existe uma distinção entre uma obra que está realmente corrompida e um trabalho que alcança resultados similares, adoptando algumas das características visuais ou sonoras típicas do glitch.</p>
<p>Esta estética tem vindo já a aparecer em varias áreas da cultura popular ou áreas comercias como por exemplo na moda:</p>
<p>- moda (padrões)</p>
<p>As imagens seguintes foram retiradas de um dos muitos temas de um gabinete de tendências francês chamado Nelly Rodi. O tema chama-se “Games” e todo ele é alusivo, quer em termos de formas, de cores e de motivos a esta estética glitch:</p>
<p>Outras áreas também mais populares onde actualmente se pode também constatar a exploração da estética glitch são, por exemplo:</p>
<p>- publicidade (televisiva);<br />
- cinema (ex: “Cloverfield”);<br />
- vídeo clips musicais (ex: Linkin Park);<br />
- comédia (ex: Umbilical Brothers).</p>
<p>Isabel Guimarães<br />
João Sineiro<br />
Luís Pereira</p>
<p>Seminário de Pintura &#8211; FBAUP &#8211; Janeiro de 2010</p>
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		<item>
		<title>Apresentações finais</title>
		<link>http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=440</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 19:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[projectos individuais]]></category>

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		<description><![CDATA[


18/01
25/01


1.        Ana Reis
1.        Leonel Coelho


2.        Ana Enes
2.        Liliana Pedrosa


3.        Anabela Pereira Bravo
3.        LuísPereira


4.        Bruno Miguel Silva
4.        Maria Isabel Guimarães


5.        César Rodrigues
5.        Maria Luís Giestas


6.        David Arantes                              
6.        Maria Luísa Abreu


7.       [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top"><span style="text-decoration: none;"><strong>18/01</strong></span></td>
<td style="text-align: center;" valign="top"><span style="text-decoration: none;"><strong>25/01</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">1.        <span style="text-decoration: none;">Ana Reis</span></td>
<td valign="top">1.        <span style="text-decoration: none;">Leonel Coelho</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2.        <span style="text-decoration: none;">Ana Enes</span></td>
<td valign="top">2.        <span style="text-decoration: none;">Liliana Pedrosa</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">3.        <span style="text-decoration: none;">Anabela Pereira Bravo</span></td>
<td valign="top">3.        LuísPereira</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">4.        <span style="text-decoration: none;">Bruno Miguel Silva</span></td>
<td valign="top">4.        <span style="text-decoration: none;">Maria Isabel Guimarães</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">5.        <span style="text-decoration: none;">César Rodrigues</span></td>
<td valign="top">5.        <span style="text-decoration: none;">Maria Luís Giestas</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">6.        <span style="text-decoration: none;">David Arantes</span>                              </td>
<td valign="top">6.        <span style="text-decoration: none;">Maria Luísa Abreu</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">7.        <span style="text-decoration: none;">Flávio Maia</span></td>
<td valign="top">7.        </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">8.        <span style="text-decoration: none;">Francisco Babo</span></td>
<td valign="top">8.        <span style="text-decoration: none;">Rita Costa Pedroso</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">9.        <span style="text-decoration: none;">João Sineiro Guedes</span></td>
<td valign="top">9.        <span style="text-decoration: none;">Sarah Klimsch</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">10.      <span style="text-decoration: none;">João F. Lopes Borges</span></td>
<td valign="top">10.     David   Penela</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">11.      <span style="text-decoration: none;">João Gigante</span></td>
<td valign="top">11.     Janina   Arendt                                </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">12.      <span style="text-decoration: none;">José LuísPires</span></td>
<td valign="top">12.     Cláudia   Cruz</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Psicotropismos</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 20:46:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DavidArantes</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[psicotrópicos]]></category>

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		<description><![CDATA[



Brody Condon &#8211; &#8220;Without Sun&#8221;, 2006 http://tmpspace.com/audition
Takeshi Murata &#8211; &#8220;Melter 02&#8243;, 2003 http://www.youtube.com/watch?v=q6ucn3m7rN8
Alexander Gutke &#8211; &#8220;The White Light of the Void&#8221;, 2002 http://www.gregorpodnar.com/_index.php?p=galleryGalleryShow&#38;iContentGallery=59&#38;iPhoto=3
The Prodigy &#8211; &#8220;Out of Space&#8221;, 1992 http://www.youtube.com/watch?v=Di9OBlcCiDk
Goa Gil &#8211; http://www.youtube.com/watch?v=380iqaMMXjI
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-413  aligncenter" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/out_of_space.jpg" alt="out_of_space" width="799" height="467" /></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">
<p><span style="font-size: x-small">Brody Condon &#8211; &#8220;</span><span>Without Sun&#8221;, 2006</span><span style="font-size: x-small"> <a href="http://tmpspace.com/audition" target="_blank">http://tmpspace.com/audition</a></span></p>
<p><span style="font-size: x-small">Takeshi Murata &#8211; &#8220;</span><span>Melter 02&#8243;, 2003 </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=q6ucn3m7rN8" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=q6ucn3m7rN8</a></p>
<p><span style="font-size: x-small">Alexander Gutke &#8211; &#8220;</span>The White Light of the Void&#8221;, 2002 <a href="http://www.gregorpodnar.com/_index.php?p=galleryGalleryShow&amp;iContentGallery=59&amp;iPhoto=3" target="_blank">http://www.gregorpodnar.com/_index.php?p=galleryGalleryShow&amp;iContentGallery=59&amp;iPhoto=3</a></p>
<p>The Prodigy &#8211; &#8220;Out of Space&#8221;, 1992 <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Di9OBlcCiDk" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=Di9OBlcCiDk</a></p>
<p><span style="font-size: x-small">Goa Gil &#8211; </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=380iqaMMXjI" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=380iqaMMXjI</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Flânerte/Flânerie</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 20:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anareis</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[bill viola]]></category>
		<category><![CDATA[carmela garcia]]></category>
		<category><![CDATA[cesário verde]]></category>
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		<category><![CDATA[Flânerte]]></category>
		<category><![CDATA[man of the crowd]]></category>
		<category><![CDATA[mark wallinger]]></category>
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		<category><![CDATA[richard long]]></category>
		<category><![CDATA[sam taylor-wood]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento de um ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[sophie calle]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
Cesário Verde: Sentimento de um Ocidental
III &#8211; Ao gás

 
E saio.  A noite pesa, esmaga. Nos
Passeios de lajedo arrastam-se as impuras.
Ó moles hospitais! Sai das embocaduras
Um sopro que arrepia os ombros quase nus.


  
 


Cercam-me as lojas, tépidas. Eu penso
Ver círios laterais, ver filas de capelas,
Com santos e fiéis, andores, ramos, velas,
Em uma catedral [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px">
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px"> </span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">Cesário Verde: <em>Sentimento de um Ocidental</em></span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">III &#8211; Ao gás</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px">
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px"> </span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">E saio.  A noite pesa, esmaga. Nos<br />
Passeios de lajedo arrastam-se as impuras.<br />
Ó moles hospitais! Sai das embocaduras<br />
Um sopro que arrepia os ombros quase nus.</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px"><br />
</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px"> <span id="more-331"></span> </span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px"> </span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px">
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px">
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">Cercam-me as lojas, tépidas. Eu penso<br />
Ver círios laterais, ver filas de capelas,<br />
Com santos e fiéis, andores, ramos, velas,<br />
Em uma catedral de um comprimento imenso.</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px"><br />
</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px">
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px"> </span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">As burguesinhas do Catolicismo<br />
Resvalam pelo chão minado pelos canos;<br />
E lembram-me, ao chorar doente dos pianos,<br />
As freiras que os jejuns matavam de histerismo.</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">(&#8230;) </span><span style="text-decoration: underline"><a href="http://users.isr.ist.utl.pt/~cfb/VdS/v039.txt" target="_blank">(ler mais)</a></span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px">
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">.</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">Edgar Allan Poe: <em>Man of the crowd</em></span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">Ce grand malheur, de ne pouvoir etre seul.</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">La Bruyere</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">(&#8230;)</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">This latter is one of the principal thoroughfares of the city, and had been very much crowded during the whole day. But, as the darkness came on, the throng momently increased; and, by the time the lamps were well lighted, two dense and continuous tides of population were rushing past the door. At this particular period of the evening I had never before been in a similar situation, and the tumultuous sea of human heads filled me, therefore, with a delicious novelty of emotion.</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">I gave up, at length, all care of things within the hotel, and became absorbed in contemplation of the scene without.</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">At first my observations took an abstract and generalizing turn.</span></p>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px"><span style="letter-spacing: 0px">(&#8230;) </span><span style="text-decoration: underline"><a href="http://www.stanford.edu/~robc1/work/poetheimpressionist.pdf" target="_blank">(ler mais)</a></span></p>
<div><span style="font-family: Optima, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size: small"><span style="line-height: normal"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size: small"><span style="line-height: 19px"><br />
</span></span></span></span></div>
<p style="font: normal normal normal 12px/normal Optima;margin: 0px">Flânerte/Flânerie:</p>
<ul>
<li><span style="font-family: Optima, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height: normal;font-size: 12px">O termo surge na literatura na primeira metade do século XIX.</span></li>
<li><span style="font-family: Optima, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height: normal;font-size: 12px">O exemplo clássico da literatura que se associa ao termo: <em>Man of the crowd</em> de Edgar Allen Poe. Sobre este texto vários filósofos e escritores escreveram ensaios como o Walter Benjamin ou o Baudelaire.</span></li>
<li><span style="font-family: Optima, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height: normal;font-size: 12px">Exemplo da literatura portuguesa: Cesário Verde.</span></li>
<li><span style="font-family: Optima, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height: normal;font-size: 12px">Conceito está relacionado com o acto de deambular pela cidade e assim apreender e assimilar a metrópole.</span></li>
<li><span style="font-family: Optima, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height: normal;font-size: 12px">Durante muito tempo foi representado exclusivamente pelo sexo masculino, o <em>flaneur</em> era como um observador que ia coleccionando notas do que via à medida que estava a vaguear pela multidão.</span></li>
<li><span style="font-family: Optima, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height: normal;font-size: 12px">Geralmente toma parte no que está a acontecer nas ruas mas ao mesmo tempo, distanciando-se.</span></li>
<li><span style="font-family: Optima, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height: normal;font-size: 12px">2 posições simultâneas: de filosófico e de testemunha à margem; e estratega urbano subversivo.</span></li>
<li><span style="font-family: Optima, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height: normal;font-size: 12px"><span style="letter-spacing: 0.0px">Termo associado à cidade porque o seu ritmo propicia uma certa alienação e dialéctica interiores. Isto relaciona-se segundo autores (ex:Tom Holert) com estéticas e estratégias políticas que perpetuam uma suspeita social aliada a uma alienação funcional que poderá ser interpretada à luz do que é a psicogeografia. </span><span style="text-decoration: underline"><a href="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=348" target="_blank">(saber mais)</a></span></span></li>
</ul>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">Algumas citações:</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">“It [the city] unfolds before him [the flaneur] like a lived landscape, it encloses around him as a parlor”(Walter Benjamin)</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">“the werewolf rambling erratically around in the social wilderness” (Walter Benjamin)</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">“the city is construed and experienced as a mythological natural space, one that however no longer has anything inherently primordial” (Tom Holert)</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">“landscape switch from one hour to the next will ensure that one continually feels alienated” (Gilles Ivain)</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><strong><span style="font-weight: normal"><br />
</span></strong></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><strong>Exemplos de artistas contemporâneos:</strong> (apresentados por mim)</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">Richard Long, <em>Heaven and Earth</em>, 2001</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> Richard Long, <em>Uma linha feita a caminhar</em>, 1967</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">Referência para Land-Art, Richard Long tem preocupações com a própria experiência do espaço e das suas mutações à medida que vai andando e registando o que vê (quer em textos quer em imagens).</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><img class="size-medium wp-image-340 alignnone" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/rl__a_line_made_by_walking_1967-252x300.jpg" alt="rl__a_line_made_by_walking_1967" width="252" height="300" /></span></p>
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima">
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">Mark Wallinger, <em>Zone</em>, 2007</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;text-align: justify;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> Mark Wallinger<em>, State of Britain, </em>2007</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;text-align: justify;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">Mark Wallinger trabalha sobre a ideia da (in)existência de fronteiras e limites e a sua transposição.</span></p>
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<p><img class="size-medium wp-image-342 alignnone" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/45462835_wall_3-300x193.jpg" alt="_45462835_wall_3" width="300" height="193" /></p>
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">Sophie Calle, <em>Suite vénitienne</em>, 1980</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">Sophie Calle deambulou por Veneza até ocasionalmente encontrar Henri B. e segui-lo (motivo que a levou primeiramente a ir até à cidade). Regista tudo com fotografias e apontamentos detalhados dos quais se apresenta um exerto sobre o confronto dela com Henri B. “<em>I could touch him. (&#8230;) He’s alone, I’m getting too close to him. I am becoming careless. (&#8230;) I’ve got to get a hold of myself. I lean against a column and close my eyes. His solitude made me audicious. I’ve diverted him from his course. he’s intrigued. I should keep my distance, and yet I stay close. Perhaps I’m weary of playing this out alone.</em> I open my eyes; he is in front of me quite close. We are alone. He doesn’t say anything. <em>He seems to be absorbed in thought &#8211; a few seconds’ respite &#8211; is he trying to remember?</em>” in Double Game by Sophie Calle</span></p>
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<p><img class="size-full wp-image-344 alignnone" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/Picture-4.png" alt="Picture 4" width="295" height="211" /></p>
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">Sam Taylor-Wood, <em>Escape Artist</em>, 2004</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;text-align: justify;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> Sam Taylor-Wood<em>, Self-portrait suspended, </em>2004</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;text-align: justify;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">A suspensão das personagens foi vista como exemplo literal da tradução da alienação, de estar à deriva.</span></p>
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><img class="size-full wp-image-346 alignnone" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/sam-taylor-wood_Self_Portrait_Suspended_I-733400.jpg" alt="sam-taylor-wood_Self_Portrait_Suspended_I-733400" width="264" height="210" /></p>
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima">Carmela Garcia, <em>Ophelia III</em>, 2001</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;text-align: justify;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=WHoE01WKDhM" target="_blank"> Bill Viola</a><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=WHoE01WKDhM" target="_blank">, The Messenger, </a></em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=WHoE01WKDhM" target="_blank">1986</a></span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;text-align: justify;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">Referências ao quadro de Millais (<em>Ophelia</em>) mas em vez de se traduzir uma ideia de fantasia ou do onírico, está antes subjacente o estado de estar submerso num adormecimento (tentativa de emergir desse limbo?).</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><img class="size-full wp-image-347 alignnone" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/millais_CarmelaGarcia.jpg" alt="millais_CarmelaGarcia" width="320" height="256" /></span></p>
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<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vQzxuFfrVRY" target="_blank">Pina Bausch, </a><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vQzxuFfrVRY" target="_blank">Cafe Muller</a></em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=vQzxuFfrVRY" target="_blank">, 1978</a></span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"><br />
</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px"> </span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima"><span style="letter-spacing: 0.0px">No seu trabalho procura aliar gestos do quotidiano à técnica da dança (e do teatro) recorrendo para isso à repetição. No excerto duas mulheres estão perdidas numa cegueira literal que as torna quase fantasmas que vagueiam alienados de tudo o que está à sua volta.</span></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px;font: 12.0px Optima">
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		<title>Psicogeografia/Deriva</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 20:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anabela</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>
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		<description><![CDATA[

A Psicogeografia é a união da psicologia e da geografia na avaliação do impacto emocional e comportamental do espaço. É o “estudo dos efeitos exactos do meio geográfico, conscientemente ordenado ou não, que age directamente sobre o comportamento afectivo dos indivíduos”1.
Exemplos aplicados na sociedade:

Pan-óptica – modelo de prisão inventado por Jeramy Bentham com o intuito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-349" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/Liberatelondon.gif" alt="Liberatelondon" width="385" height="526" /></p>
<p><span id="more-348"></span></p>
<p>A Psicogeografia é a união da psicologia e da geografia na avaliação do impacto emocional e comportamental do espaço. É o “estudo dos efeitos exactos do meio geográfico, conscientemente ordenado ou não, que age directamente sobre o comportamento afectivo dos indivíduos”<sup>1</sup>.</p>
<p>Exemplos aplicados na sociedade:</p>
<ul>
<li>Pan-óptica – modelo de prisão inventado por Jeramy Bentham com o intuito de permitir a um vigilante observar todos os prisioneiros. Estruturalmente caracteriza-se por ter uma torre de vigilância no centro de um edifício com forma circular;</li>
</ul>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-350" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/Panopticon-150x150.jpg" alt="Panopticon" width="150" height="150" /></p>
<ul>
<li><em>Truman Show</em> – ideia <em>Big Brother</em>;</li>
<li>Londres – vigilância constante da cidade.</li>
</ul>
<p>“Life can never be too disorientating”<sup>2</sup></p>
<p>A Internacional Situacionista (fundada numa pequena aldeia de Itália no ano de 1957) foi uma organização revolucionaria que resultou da unificação de três agrupamentos de artistas em dissidência com a arte: o Comité Psicogeográfico de Londres, a Internacional Letrista e o Movimento por uma Bauhaus Imaginista.</p>
<p>Movimento radicalmente crítico dos fundamentos da sociedade de classes, o seu programa aponta para a negação do mundo actual – moderno e capitalista, não se limitando a uma critica da exterioridade estatal e económica. Pretendiam resistir ao habitual e à repetição acreditando para isso numa experimentação radical que levava ao quebrar das barreiras entre a arte e a vida. Politicamente anarquista, fundamenta-se numa parte da obra de Marx, “nomeadamente na relatividade ao feiticismo da mercadoria e à alienação central dela decorrente”<sup>3</sup>. Foi herdeiro de movimentos que anteriormente se tinha notabilizado na critica à cultura do capitalismo, tais como o surrealismo e o dadaísmo.</p>
<p>“They united to experiment with means of aesthetic intervention in contemporary culture with the goal of destroying the barriers between art and life”<sup>4</sup></p>
<p>Os Situacionistas interessaram-se pelo conceito de psicogeografia com o intuito de cultivar uma consciência sobre a forma como a vida quotidiana é condicionada e controlada pela ideologia da sociedade de consumo. Procuravam razões para os movimentos pela cidade à excepção daqueles para que o ambiente foi projectado, mostrando o potencial da experimentação, o prazer e o jogo na vida quotidiana.</p>
<p>“<em>Dérive</em> involve playful-constructive behavior and awareness of psychogeography effects”<sup>5</sup></p>
<p>Guy Debord inventa o conceito de Deriva – técnica de locomoção sem um objectivo na qual, uma ou mais pessoas, durante um certo período de tempo, deixam tudo para se deixarem levar pelo terreno da cidade. Fazia-se em jornadas entre o nascer e o pôr do sol, sendo que o caminhante escolhia o direcção a tomar sempre com o intuito de conhecer melhor o lugar e de no fim criar o seu mapa individual da cidade.</p>
<p>O termo vem do vocabulário náutico e militar, designando um tipo de “acção calculada, determinada pela ausência de um locus próprio”<sup>6</sup>.</p>
<p>NOTAS:</p>
<p>1 – I. S. nº1, Junho de 1958 in <em>Internacional Situacionista – Antologia</em>, Antígona, 1997.</p>
<p>2 – DEBORD, Guy – <em>Introduction à une Critique de la Géographie Urbaine</em>, 1955</p>
<p>3 – <em>Internacional Situacionista – Antologia</em>, Antígona, 1997.</p>
<p>4 – <a href="http://library.nothingness.org/articles/SI/en/display/238">http://library.nothingness.org/articles/SI/en/display/238</a></p>
<p>5 – DEBORD, Guy – <em>Théorie de la Dérive</em>, 1958</p>
<p>6 – <a href="http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq027/arq027_02.asp">http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq027/arq027_02.asp</a></p>
<p><strong>Exemplos de Artistas Contemporâneos</strong> (apresentados por mim):</p>
<p>Gabriel Orozco<em>, Yielding Stone (Piedra que Cede)</em>, 1992.</p>
<p>O trabalho consiste numa grande bola de plasticina que foi rolada pelas ruas da cidade e que pelo caminho foi aglomerando o lixo que se encontrava no chão.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-354" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/max500_Orozco_YeildingStone-300x204.jpg" alt="max500_Orozco_YeildingStone" width="300" height="204" /></p>
<p>Francis Alys<em>, Paradox of Praxis (Sometimes Making Something Leads to Nothing)</em>, 1997</p>
<p>Um cubo gigante de gelo que foi passeado pela cidade até desaparecer, derreter por completo.</p>
<p>Ironia do título – “S<em>ometimes Making Something Leads to Nothing”</em></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-355" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/tumblr_ksi8yxby9x1qa9vhdo1_500-300x225.png" alt="tumblr_ksi8yxby9x1qa9vhdo1_500" width="300" height="225" /></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Jorge Macchi<em>, Distrito</em>, 2003</p>
<p>É colocado um vidro cheio de fissuras sobre o mapa da cidade de Buenos Aires. Essas fissuras indicam o caminho a percorrer na metropole pelo artista. Ao efectuar esses caminhos, Jorge Maccho vai recolhendo materiais, objectos do chão, fazendo gravanções de som, registando em vídeo ou tirando fotografias. Ao mostrar a obra, o artista desenha o seu mapa individual do espaço e completa-o com o que foi recolhendo na cidade.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-356" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/macchi-01-300x274.jpg" alt="macchi-01" width="300" height="274" /></p>
<p><em><br />
</em>Stanley Brouwn<em>, This Way Brouwn</em>, 1961</p>
<p>Pedia informações sobre como ir para determinado local e guarda os desenhos que as pessoas faziam para o ajudar – funcionam como novos mapas da cidade.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-357" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/wien-UN_draw3-web-223x300.jpg" alt="wien-UN_draw3-web" width="223" height="300" /></p>
<p>Dziga Vertov<em>, The Man With the Movie Camera</em>, 1929</p>
<p>O filme enquanto resultado final, graças à montagem realizada pelo autor, dá-nos a sensação de ter sido filmado enquando o artista vai deambulando pela cidade, assistindo ao seu ritmo e dinâmica frenéticos, sempre acompanhada pela câmara, filmando aleatoriamente.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-358" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/vertov-219x300.jpg" alt="vertov" width="219" height="300" /></p>
<p><em><br />
</em>Andy Warhol, <em>Empire</em>, 1964</p>
<p>“<em>So in the late 50s I started an affair with my television which has been continued to the present, when I play around in my bedroom with as many as four at time. But I didn’t get married until 1964 when I got my first tape recorder. My wife. My tape recorder and I have been married for ten years now. When I say “we”, I mean my tape recorder and me. A lot of people don’t understand that.</em>”<em> </em>in<em> The Philosophy of Andy Warhol </em>by Andy Warhol.</p>
<p>Necessidade voyerista (<a href="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=331">saber mais</a>) de registar e possuir tudo ao seu redor.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-359" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/warhol_empire-300x216.jpg" alt="warhol_empire" width="300" height="216" /></p>
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		<title>Palimpsesto</title>
		<link>http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=272</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 20:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[projectos individuais]]></category>

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		<description><![CDATA[Partindo do conceito de Palimpsesto optei por iniciar a minha investigação a partir do trabalho de Jean-Luc Godard, mas especificamente o documentário “Histoire’s du cinema”. Apropriando-se de fragmentos da História do Cinema  criando uma visão pessoal, Godard demonstra preocupações estéticas relativas a produção cinematográfica do século XX.
Tendo em conta estes aspectos é inevitável associarmos esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">Partindo do conceito de Palimpsesto optei por iniciar a minha investigação a partir do trabalho de Jean-Luc Godard, mas especificamente o documentário “Histoire’s du cinema”. Apropriando-se de fragmentos da História do Cinema  criando uma visão pessoal, Godard demonstra preocupações estéticas relativas a produção cinematográfica do século XX.</p>
<p style="text-align: left">Tendo em conta estes aspectos é inevitável associarmos esta capacidade multi-interpretativa e reprodutiva da imagem ao pensamento de Walter Benjamim referente à obra de arte na sua reprodutibilidade técnica e aos mecanismos de reprodução e desgaste da imagem. É neste ponto que encaixo o trabalho de Godard e o conceito de palimpsesto, com o conteúdo da cadeira seminário. No caso específico de Godard, não só pela apropriação e reprodução de imagens já criadas, mas também pela método experimental que procura impor no seu processo de trabalho exaltando o pensamento crítico fugindo a uma recorrente necessidade capitalista da produção de imagens em massa direccionadas as massas que iludem uma determinada realidade desvalorizada de um processo sendo a técnica um mero artifício reprodutor.</p>
<p style="text-align: left">Concluindo, o meu objectivo para este trabalho será encontrar e estudar exemplos artísticos videográficos, que explorem formas de palimpsesto, pela maneira como se apropriam, reproduzem e adulteram o próprio contexto das imagens.</p>
<p>Alguns exemplos:</p>
<p><strong>“Fast Film” &#8211; Virgil Widrich</strong><strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Td6UObEEaQQ">http://www.youtube.com/watch?v=Td6UObEEaQQ</a></p>
<p><span style="text-decoration: underline"> </span></p>
<p><strong>“Instructions for a light and sound machine” -  Peter Tscherkassky</strong></p>
<p><strong> </strong> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=0AbyrGAPMHs">http://www.youtube.com/watch?v=0AbyrGAPMHs</a></p>
<p><strong>Illuminated Average #1</strong><strong> &#8211; </strong><strong>Jim Campbell</strong></p>
<p><a href="http://www.jimcampbell.tv/IA/images/IAPsycho.jpg">http://www.jimcampbell.tv/IA/images/IAPsycho.jpg</a><strong> </strong></p>
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		<title>Sigmund Freud: Das Unheimliche (1919)</title>
		<link>http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=227</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 03:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mluisa</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>

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		<description><![CDATA[Das unheimliche, o sentimento de algo ameaçadoramente estranho
The Uncanny by Mike Kelly, artist
The Uncanny é baseado num projecto original apresentado por Mike Kelly há cerca de 16 anos e que tem sido revisitado e actualizado pela Tate Liverpool numa colaboração próxima com o artista, pegando no tema original de Sigmund Freud como ponto de partida.
http://www.google.pt/url?sa=t&#38;source=web&#38;ct=res&#38;cd=5&#38;ved=0CCMQFjAE&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.surrealismcentre.ac.uk%2Fpapersofsurrealism%2Fjournal3%2Facrobat_files%2Fiversen_review.pdf&#38;ei=PPgJS_68BYKl4QaywtzDCw&#38;usg=AFQjCNGEU0r-xeXmprNBkYej7jQX2RkCZA&#38;sig2=Suub8OxVAVJd-l_8-ckHFw

A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Das unheimliche, o sentimento de algo ameaçadoramente estranho</strong></p>
<p><strong>The Uncanny by Mike Kelly, artist</strong></p>
<p>The Uncanny é baseado num projecto original apresentado por Mike Kelly há cerca de 16 anos e que tem sido revisitado e actualizado pela Tate Liverpool numa colaboração próxima com o artista, pegando no tema original de Sigmund Freud como ponto de partida.</p>
<p><a href="http://www.google.pt/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=5&amp;ved=0CCMQFjAE&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.surrealismcentre.ac.uk%2Fpapersofsurrealism%2Fjournal3%2Facrobat_files%2Fiversen_review.pdf&amp;ei=PPgJS_68BYKl4QaywtzDCw&amp;usg=AFQjCNGEU0r-xeXmprNBkYej7jQX2RkCZA&amp;sig2=Suub8OxVAVJd-l_8-ckHFw">http://www.google.pt/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=5&amp;ved=0CCMQFjAE&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.surrealismcentre.ac.uk%2Fpapersofsurrealism%2Fjournal3%2Facrobat_files%2Fiversen_review.pdf&amp;ei=PPgJS_68BYKl4QaywtzDCw&amp;usg=AFQjCNGEU0r-xeXmprNBkYej7jQX2RkCZA&amp;sig2=Suub8OxVAVJd-l_8-ckHFw</a></p>
<p><span id="more-227"></span></p>
<p>A partir de problemas levantados por Freud na sua investigação sobre o Unheimlich, <strong>nesta colecção</strong>:</p>
<p><strong>-Christiana Glidden</strong>, Death of Replicant, 1998 (pela proximidade com o real, no detalhe e minúcia do trabalho de pormenores físicos, contrastando com a falha de elemento vivos.  Duplo, imortalidade e aparente narcisismo.)</p>
<p><strong>-Mike Kelly</strong>, Frankenstein, 1989 (pela colecção de elementos infantis, retorno ao conto, à fábula. Descontrução da imagem pela destruição das memórias  puras.)</p>
<p><strong>Artistas isolados:</strong></p>
<p><strong>Zoran Todorovic,1965</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-229" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/11/todorovic_agalma_031.jpg" alt="todorovic_agalma_03" width="589" height="442" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-230" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/11/todorovic_agalma_04.jpg" alt="todorovic_agalma_04" width="589" height="383" /></p>
<p><a href="http://www.zorantodorovic.com/home.htm">http://www.zorantodorovic.com/home.htm</a></p>
<p><img src="///Users/marialuisaabreu/Library/Caches/TemporaryItems/moz-screenshot.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Unheimlich</title>
		<link>http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=212</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar R</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>

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		<description><![CDATA[Mike Kelley &#8211; The Uncanny
Press Release

Robert Gober, Untitled (Leg), 1989-90
 
 
Gregor Schneider
info

ur 36 hardcore, 2000
 
Zoran Todorovic
info

Agalma, 2003-2005
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Mike Kelley &#8211; The Uncanny</h2>
<p><a href="http://www.tate.org.uk/about/pressoffice/pressreleases/mikekelly_01-03.htm"><strong>Press Release</strong></a></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-211" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/11/12828w_kelly_11.jpg" alt="12828w_kelly_1" width="512" height="384" /></p>
<p>Robert Gober, <em>Untitled (Leg)</em>, 1989-90</p>
<p><span id="more-212"></span> </p>
<p><span><span> </span></span></p>
<h2>Gregor Schneider</h2>
<p><a href="http://www.gregorschneider.de/">info</a></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-216" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/11/Krefelder_Kunstmuseen_18062000Krefeld_Photo01.jpg" alt="Krefelder_Kunstmuseen_18062000Krefeld_Photo01" width="355" height="500" /></p>
<p><em>ur 36 hardcore</em>, 2000</p>
<p><span> </span></p>
<h2>Zoran Todorovic</h2>
<p><a href="http://www.zorantodorovic.com/">info</a></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-215" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/11/todorovic_agalma_03.jpg" alt="todorovic_agalma_03" width="555" height="417" /></p>
<p><em>Agalma</em>, 2003-2005</p>
]]></content:encoded>
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