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	<title>SEMINÁRIO/SEMINAR</title>
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	<description>FBAUP 2009/2010 (1s) - Miguel Leal</description>
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		<title>apresentação online</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 16:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonel_coel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por motivo das circunstâncias optei por deixar o documento da minha apresentação para Seminário online disponível para a turma.. eu sei o que a casa gasta mas assim sigo tentando..

está em formato .pdf tal qual como foi optimizado para o equipamento a ser utilizado em questão
no seu interior podem encontrar algumas imagens de obras de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por motivo das circunstâncias optei por deixar o documento da minha apresentação para Seminário online disponível para a turma.. eu sei o que a casa gasta mas assim sigo tentando..</p>
<p><span id="more-467"></span></p>
<p>está em formato .pdf tal qual como foi optimizado para o equipamento a ser utilizado em questão</p>
<p>no seu interior podem encontrar algumas imagens de obras de Cai Guo-Qiang</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>deixo um apontamento para a obra &#8220;Black Rainbow&#8221; apresentada em Valência, Espanha, data de 2005.</p>
<p>procurei documentação sobre o facto se a escolha da cidade de Valência teria algo relacionado com as Fallas que é uma festa que se repete todos os anos em Valência e que enche a cidade de gente vinda de todo o lado, ingleses, franceses, italianos, japoneses, etc..</p>
<p>no ano de 2006 ou 2007 estive na semana (férias da páscoa, julgo eu) em que culmina a festa com a queima das Fallas..</p>
<p>as Fallas são esculturas/instalações que vão desde pequenas dimensões até à altura de 3/4 pisos e que estão espalhadas por toda a cidade, em espaços exteriores preferencialmente em praças ou até mesmo cruzamentos, assim que em vários locais a circulação rodoviária tem obrigatoriamente de ser cortada.</p>
<p>a produção destas peças fica ao encargo de diversos ateliers, incluso, estudantes das Belas-Artes de Valência que trabalham nas mesmas durante todo o ano, uma situação paralela ao que passa no Brasil com o Carnaval</p>
<p>além de toda a diversidade de eventos que decorrem em simultâneo existe uma tradição no uso e utilização de petardos de todas as espécies, por gente de todas as idades, 24 horas por dia em qualquer local da cidade..</p>
<p>um fenómeno que chega até família. aliás são inúmeras as famílias que passeiam com os seus filhotes, quantos que nem sabem ler ou escrever mas já sabem lançar petardos..</p>
<p>um ritual que começa na família e se espalha por toda a cidade e além fronteiras..</p>
<p>de facto se verifica que com a passagem de testemunho para bolonha é rara a situação em que todos apresentam o seu trabalho porque é que então simplesmente não se antecipa uma postura perante o sistema e se executa todas as apresentações online. até porque de um dado ponto-de-vista o que se potencia para o futuro do ensino é ultrapassar a complicação das relações físicas humanas</p>
<p>http://www.mediafire.com/?nkyjnj0jtmm</p>
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		<title>Cai Guo-Qiang</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 11:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonel_coel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Cai é um artista Chinês nascido em 1957 e que desde 1995 vive em Nova Iorque. Na sua obra destaco a série Projects for Extraterrestrials,  que são trabalhos em que Cai experimenta ou faz uso das propriedades da pólvora para desenvolver uma técnica aplicada em eventos com explosivos em grande escala.
De este modo entende-se que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cai é um artista Chinês nascido em 1957 e que desde 1995 vive em Nova Iorque. Na sua obra destaco a série Projects for Extraterrestrials,  que são trabalhos em que Cai experimenta ou faz uso das propriedades da pólvora para desenvolver uma técnica aplicada em eventos com explosivos em grande escala.</p>
<p>De este modo entende-se que Cai confronta a repressão que sente por parte do sistema da tradição artística como também o clima social na China.</p>
<p>As suas obras tem como base conceptual o Feng Shui, a filosofia Oriental e questões sociais contemporâneas.</p>
<p>para mais informação sobre o seu trabalho visitem::</p>
<p>http://www.caiguoqiang.com</p>
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		<title>Dervixes</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 13:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Pedroso</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
&#8220;Um giro secreto em nós faz girar o universo. A cabeça desligada dos pés, e os pés da cabeça. Nem se importam. Só giram e giram.&#8221; Rumi
A rotação como fenómeno de aproximação com um inconsciente, com algo superior, relaciona-se com o carácter repetitivo, tanto do movimento, como do som que o acompanha, como é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-452" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2010/01/237_Dervishes02.jpg" alt="Dervishes" width="500" height="333" /></p>
<p><!--[if !mso]&gt; &lt;!  v\:* {behavior:url(#default#VML);} o\:* {behavior:url(#default#VML);} p\:* {behavior:url(#default#VML);} .shape {behavior:url(#default#VML);} v\:textbox {display:none;} --> <!--[endif]--><!--[if !ppt]--><!-- .O 	{color:white; 	font-size:149%;} a:link 	{color:gray !important;} a:active 	{color:#CC9900 !important;} a:visited 	{color:#666633 !important;} --><!-- .sld 	{left:0px !important; 	width:6.0in !important; 	height:4.5in !important; 	font-size:103% !important;} --><!--[endif]--></p>
<p>&#8220;Um giro secreto em nós faz girar o universo. A cabeça desligada dos pés, e os pés da cabeça. Nem se importam. Só giram e giram.&#8221; Rumi</p>
<p>A rotação como fenómeno de aproximação com um inconsciente, com algo superior, relaciona-se com o carácter repetitivo, tanto do movimento, como do som que o acompanha, como é o caso das cerimónias <em>Sema </em>dos Sufis<em> </em>islâmicos da ordem Mevlevi, seguidores de Rumi. Deste modo, a dança, a rotação, a repetição, a aproximação de um estado interior mais, ou menos, inconsciente, relacionado com estímulos externos ou auto-aplicados, foram os pressupostos para a apresentação dos exemplos na arte.</p>
<p><span id="more-451"></span></p>
<p><em>Meetings With Remarkable Men</em>, Peter Brook, 1979</p>
<p>http://video.google.com/videoplay?docid=-3813872527827778135#</p>
<p><em>Dances Sacred and Profane</em>, Fakir Musafar, 1982</p>
<p>http://www.bodyplay.com/</p>
<p><em>Your Sun Machine, </em>1997; <em>Your Spiral View</em>, 2002; <em>Your Sun Machine, </em>1997; <em>Round Rainbow</em>, 2003; Olafur Eliasson</p>
<p>http://www.olafureliasson.net/</p>
<p><em>Spinning Hum, Experiments for Microphone Series,</em> 2005/6, Bob Levene</p>
<p>http://www.boblevene.co.uk/</p>
<p><em>Cut-ups, </em>1966, William Burroughs eAntony Balch</p>
<p>http://www.ubu.com/film/burroughs_cut.html</p>
<p><em>Dream Machine</em>, 1961, Brion Gysin</p>
<p>http://www.briongysin.com/BG/Calligraffiti_of_Fire.html</p>
<p><em>FLicKeR</em>, 2008, Nik Sheehan</p>
<p>http://www.megavideo.com/?v=KG4KFPBY</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Glitch_apresentação</title>
		<link>http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=446</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 03:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LuisPereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>

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		<description><![CDATA[G L I T C H    A R T
Erro / Acidente / Acaso
D e s e n h o
ex: “frottage” &#8211; ACIDENTE
P i n t u r a
ex: surgimento do “dripping” &#8211; ACIDENTE
J.Pollock – Number 8  1949  (detalhe)
M ú s i c a
ex: John Cage  (1912-1992)
William&#8217;s Mix (pauta)_1952
F o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>G L I T C H    A R T</p>
<p>Erro / Acidente / Acaso</p>
<p>D e s e n h o<br />
ex: “frottage” &#8211; ACIDENTE</p>
<p>P i n t u r a<br />
ex: surgimento do “dripping” &#8211; ACIDENTE<br />
J.Pollock – Number 8  1949  (detalhe)</p>
<p>M ú s i c a<br />
ex: John Cage  (1912-1992)</p>
<p>William&#8217;s Mix (pauta)_1952</p>
<p>F o t o g r a f i a<br />
ex: A. Strindberg &#8211; celestografias &#8211; ACASO</p>
<p>Sem título  1894  12&#215;8cm</p>
<p> </p>
<p><span id="more-446"></span></p>
<p>Contextualização</p>
<p>“Literally, a glitch is a spike or change in voltage in an electrical current.”<br />
- John Glenn, em 1962, durante o Programa Espacial Norte-Americano (referindo-se à explicação de alguns problemas de ordem técnica que experimentaram)</p>
<p>Da mesma forma que se assumiu e explorou o erro, o acidente e o acaso nas mais variadas áreas artísticas, o mesmo aconteceu no campo digital, surgindo assim a chamada “Glich Art”.</p>
<p>Contudo, comecemos por tentar perceber o que é um “Glitch puro”.<br />
O termo glitch é usado quando ocorre uma falha num sistema electrónico. Ou seja, é o resultado, inesperado, de um mau funcionamento, de uma avaria ou de um qualquer erro.<br />
Este termo pode ser aplicado tanto à área da informática como à área electrónica e cibernética, ou ainda a sistemas de informação. Estas falhas, de ordem técnica, podem acontecer nos mais variados tipos de suportes/aparelhos, como: software, hardware, máquinas fotográficas e de vídeo, videojogos, aparelhos de áudio e de telecomunicações.<br />
Um exemplo do que é um glitch puro foi o que aconteceu durante a apresentação oficial do “Microsoft Windows 98”, durante a qual houve um erro inesperado, e que viria a ficar conhecido como “a tela azul do Windows 98”.<br />
website: http://www.youtube.com/watch?v=2eZKLFNeVD4</p>
<p>Eventuais falhas que podem originar um Glitch:</p>
<p>- um CD/DVD arranhado ou danificado;<br />
- um fluxo de vídeo na Internet ou televisão digital;<br />
- interferências nas telecomunicações;<br />
- um acidente de software devido à insuficiência de memória;<br />
- uma câmara digital ou outro dispositivo com defeito;<br />
- pico de tensão que provoca danos nos sistemas informáticos;<br />
- um erro de comunicação, quando  se transferem dados de um ambiente para outro ou de um programa para outro. ex: “Glitch Pad”.</p>
<p>O Glitch Pad:</p>
<p>Na prática, consiste em abrir um qualquer ficheiro de imagem não compactado (extensão “bmp” ou “tiff”) no “Microsoft Word Pad” e clicar em “salvar”. Quando se abre novamente o arquivo como uma imagem, o resultado é um glitch da imagem original (deturpação da imagem original).<br />
Estes tipos de falhas ocorrem nos computadores devido a ”bugs” de software ou falhas de hardware, originando, não raras, vezes padrões ilegíveis que aparecem nos monitores, como se pode constatar no exemplo seguinte:</p>
<p>imagem original				  imagem glitch</p>
<p>Exemplos de alguns glitches mais comuns:</p>
<p>O Glitch como Arte</p>
<p>Numa altura em que cada vez mais a sociedade na qual estamos inseridos, tenta evitar e esconder o mais possível os seus próprios erros, curiosamente, ou talvez não, alguns artistas plásticos apropriam-se e exploram este mesmo “erro/falha”, transformando-o na sua bandeira, assumindo-o como o ponto fulcral do seu trabalho e investigação &#8211; o próprio erro torna-se, desta forma, potencialmente apelativo quer pelas suas características plásticas como conceituais.</p>
<p>Principais conceitos formais associados:<br />
- Fragmentação / Repetição / Linearidade / Sobreposição / Arrastamento / Deterioração / Grelha.</p>
<p>mas também, conceptualmente, a APROPRIAÇÃO e DESCONTEXTUALIZAÇÃO.</p>
<p>Alguns Artistas Glitch:</p>
<p>-	Tony (Ant) Scott<br />
-	 Jodi<br />
-	 Ryoji Ikeda<br />
-	 Yasunao Tone<br />
-	 Pipilotti Rist<br />
-	 Takeshi Murata</p>
<p>Tony (Ant) Scott (Ing.)<br />
Behind the word Glitch is now also emerging a digital art movement that explores imperfection by producing or saving unwanted images. Made with a digital camera, a printer or a scanner and based on an accident or a malfunction in a program causing a computer crash, a glitch can be defined saying that it is the on-screen output of something not working properly.</p>
<p>According to Tony (Ant) Scott making glitches do not seem to be the end of the world and these are the type that intrigue him. He worked out a 4 step pattern that will take you to glitch notoriety. The extended version can be found here: www.beflix.com/tech.html, we can summarize it as follows:</p>
<p>- Wait for something to go wrong, or force something to go wrong.</p>
<p>- Capture it.</p>
<p>- Use digital imaging software to crop the image to select the best of it.</p>
<p>- Upload your glitch on the internet.</p>
<p>Maybe it is the aesthetics or the experience of capturing pure glitches that make them seem so appealing. Like chasing rare butterflies and pinning them down once they are captured. There also seems to be a certain amount of fetish involved, regarding that there is such an obsession around the Glitch process and discovery of it, and making of it; glitch artists use or provoke digital &#8220;failure&#8221; to enlarge the artistic possibilities of these momentary accidents.</p>
<p>Série “CHROMA”<br />
(alguns exemplos &#8211; fotografias):<br />
“These images are based on some code I wrote on my Dragon 32 home computer in 1984, when I was a teenager. The digital information in the computer&#8217;s electronic memory, or RAM, is displayed on screen as black-and-white patterns. Then, these images have been slightly mistuned via a TV tuner, which creates the coloured fringes, called &#8220;chroma crawl&#8221;. I have long been fascinated by images which are simultaneously black-and-white, yet highly colourful at the same time.” – Tony (Ant) Scott</p>
<p>“It&#8217;s the image itself that interests me more than the process.”</p>
<p>trabalhos diversos (fotografias):</p>
<p>Joan Heemskerk  / Dirk Paesmans  / (Projecto “Jodi”)</p>
<p>Outros trabalhos que escolhemos para esta apresentação são desenvolvidos por dois artistas &#8211; Joan Heemskerk (holandês, nascido em 1968) e Dirk Paesmans (belga, nascido em 1965), os quais formam o colectivo “Jodi”.<br />
Ambos têm formação em fotografia e vídeo-arte, sendo que desde meados da década de 90 começaram a trabalhar em arte digital, criando projectos originais para a Internet.</p>
<p>As suas estratégias de intervenção passam pela utilização de vários suportes, sendo os principais, o cd-rom e a Internet sendo que aqui os projectos apresentados tiram partido da linguagem específica da web.<br />
Para quem não conhece o conceito dos seus trabalhos eles são totalmente incompreendidos. Por exemplo, um dos trabalhos que desenvolveram em 1995 parece, à primeira vista, ser um texto sem sentido ou um ficheiro corrompido, mas quem vir o código-fonte HTML compreende que há nele toda uma informação que revela diagramas detalhados de bombas de hidrogénio e de urânio.</p>
<p>website: wwwwwwwww.jodi.org</p>
<p>Um dos mais conhecidos projectos desta dupla é o “Error 404”. O “Error 404” é uma das mensagens de erro mais comuns na internet e é apresentado sempre que existem dificuldades na apresentação de uma webpage. Ou porque o endereço já não existe, foi alterado ou mal escrito ou ainda porque está fora de serviço ou, então, porque qualquer outro erro de navegação foi cometido. Contudo, neste caso o importante é a possibilidade de tirar partido deste tipo de anomalias que nasceram como informação e foram, posteriormente, usadas para um projecto artístico, onde existe a intenção clara de produzir obra a partir da manipulação (visual) deste erro de navegação.<br />
website: http://404.jodi.org/</p>
<p>Tanto neste trabalho como no anterior existem, simultaneamente, um factor de surpresa e de decepção, quando acedemos a estas webpages, pois deparamo-nos com uma série de linhas de programação informática que não era esperado ou suposto encontrarmos.<br />
Deparamo-nos, assim, com uma inversão do sentido natural das coisas na aparência destas páginas. Ao contrário da situação &#8220;habitual&#8221; em que o que é mostrado é, normalmente, o resultado da estrutura oculta da página, isto é, a sua programação. O que aqui fica oculto é precisamente o resultado visual pretendido, apenas acessível àqueles que conseguem chegar a níveis de manuseamento da navegação que lhes permita descobrir a componente onde habitualmente se esconde a programação.</p>
<p>Outro factor importante é a questão do anonimato subjacente a este género de trabalhos, pois quando os vemos não temos a possibilidade, pelo menos imediata, de saber quem está por detrás da construção destes sites. Quando perguntaram a Joan e a Dirk sobre o anonimato das suas obras eles responderam:</p>
<p>“Nós apresentamos ecrãs e coisas que estão a acontecer nesses ecrãs.<br />
Evitamos explicações. Olhem para qualquer exposição: as pessoas procuram as placas de informação ao lado dos trabalhos artísticos, antes de olharem para os trabalhos. Querem saber quem fez a peça, antes de terem uma opinião sobre esta. É o que tentamos evitar.”</p>
<p>Aproximação visual, processual e conceptual a outras práticas artísticas</p>
<p>Pintura  (visual)</p>
<p>- FRAGMENTAÇÃO<br />
Boccioni &#8211; Dinamismo da Cabeça de Um Homem  1914  óleo</p>
<p>- REPETIÇÃO<br />
Boccioni &#8211; Those Who Stay  1911  óleo</p>
<p>- DETERIORAÇÃO<br />
P.Cezanne &#8211; Le Jardin a Les Lauves  1906  óleo</p>
<p>- PIXELIZAÇÃO<br />
P.Cezanne &#8211; Le Mont Sainte-Victoire vu des Lauves  1906  óleo</p>
<p>- SOBREPOSIÇÃO<br />
G. Braque &#8211; Bottle, Newspaper, Pipe and Glass  1913  48&#215;64cm  téc.mista</p>
<p>- FRAGMENTAÇÃO<br />
G. Braque &#8211; Harbor in Normandy  1909  óleo</p>
<p>- GRELHA<br />
P.Mondrian &#8211; Composition A  1920  91,5&#215;92cm  óleo</p>
<p>- PIXELIZAÇÃO<br />
P.Mondrian &#8211; Broadway Boogie Woogie  1943  127&#215;127cm  oleo</p>
<p>- CONTAMINAÇÃO<br />
Gerhard Richter  (implicação com a Fotografia)</p>
<p>- ARRASTAMENTO<br />
Gerhard Richter &#8211; Green, Blue, Red  óleo</p>
<p>- PIXELIZAÇÃO<br />
Gerhard Richter &#8211; 4900 Colours  2007  680&#215;680cm  oleo</p>
<p>Bauhaus  (visual)</p>
<p>- LINEARIDADE, GRELHA<br />
Marcel Breuer</p>
<p>Cinema  (processual)</p>
<p>Stan Brakhage (1933-2003)</p>
<p>- acção/manipulação directa sobre o próprio médium</p>
<p>Ready-made  (conceptual)</p>
<p>O “Erro” na Glitch Art associado aos conceitos de:<br />
•	Apropriação</p>
<p>•	Descontextualização</p>
<p>Apropriação da estética Glitch pela cultura popular</p>
<p>Actualmente o campo desta prática artística tem-se alargado bastante, de forma a ser acessível neste momento a qualquer utilizador através de ferramentas disponíveis na web com programas específicos, os quais ajudam a criar este tipo de imagens ou de sons, como o “Jitter”, o “C74”, o “Processing 1.0” e o “Glitch Sequencer”, entre outros.</p>
<p>website: http://www.glitch-sequencer.com/</p>
<p>É ainda importante notar que existe uma distinção entre uma obra que está realmente corrompida e um trabalho que alcança resultados similares, adoptando algumas das características visuais ou sonoras típicas do glitch.</p>
<p>Esta estética tem vindo já a aparecer em varias áreas da cultura popular ou áreas comercias como por exemplo na moda:</p>
<p>- moda (padrões)</p>
<p>As imagens seguintes foram retiradas de um dos muitos temas de um gabinete de tendências francês chamado Nelly Rodi. O tema chama-se “Games” e todo ele é alusivo, quer em termos de formas, de cores e de motivos a esta estética glitch:</p>
<p>Outras áreas também mais populares onde actualmente se pode também constatar a exploração da estética glitch são, por exemplo:</p>
<p>- publicidade (televisiva);<br />
- cinema (ex: “Cloverfield”);<br />
- vídeo clips musicais (ex: Linkin Park);<br />
- comédia (ex: Umbilical Brothers).</p>
<p>Isabel Guimarães<br />
João Sineiro<br />
Luís Pereira</p>
<p>Seminário de Pintura &#8211; FBAUP &#8211; Janeiro de 2010</p>
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		<title>Apresentações finais</title>
		<link>http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=440</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 19:42:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Leal</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[projectos individuais]]></category>

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		<description><![CDATA[


18/01
25/01


1.        Ana Reis
1.        Leonel Coelho


2.        Ana Enes
2.        Liliana Pedrosa


3.        Anabela Pereira Bravo
3.        LuísPereira


4.        Bruno Miguel Silva
4.        Maria Isabel Guimarães


5.        César Rodrigues
5.        Maria Luís Giestas


6.        David Arantes                              
6.        Maria Luísa Abreu


7.       [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top"><span style="text-decoration: none;"><strong>18/01</strong></span></td>
<td style="text-align: center;" valign="top"><span style="text-decoration: none;"><strong>25/01</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">1.        <span style="text-decoration: none;">Ana Reis</span></td>
<td valign="top">1.        <span style="text-decoration: none;">Leonel Coelho</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">2.        <span style="text-decoration: none;">Ana Enes</span></td>
<td valign="top">2.        <span style="text-decoration: none;">Liliana Pedrosa</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">3.        <span style="text-decoration: none;">Anabela Pereira Bravo</span></td>
<td valign="top">3.        LuísPereira</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">4.        <span style="text-decoration: none;">Bruno Miguel Silva</span></td>
<td valign="top">4.        <span style="text-decoration: none;">Maria Isabel Guimarães</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">5.        <span style="text-decoration: none;">César Rodrigues</span></td>
<td valign="top">5.        <span style="text-decoration: none;">Maria Luís Giestas</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">6.        <span style="text-decoration: none;">David Arantes</span>                              </td>
<td valign="top">6.        <span style="text-decoration: none;">Maria Luísa Abreu</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">7.        <span style="text-decoration: none;">Flávio Maia</span></td>
<td valign="top">7.        </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">8.        <span style="text-decoration: none;">Francisco Babo</span></td>
<td valign="top">8.        <span style="text-decoration: none;">Rita Costa Pedroso</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">9.        <span style="text-decoration: none;">João Sineiro Guedes</span></td>
<td valign="top">9.        <span style="text-decoration: none;">Sarah Klimsch</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">10.      <span style="text-decoration: none;">João F. Lopes Borges</span></td>
<td valign="top">10.     David   Penela</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">11.      <span style="text-decoration: none;">João Gigante</span></td>
<td valign="top">11.     Janina   Arendt                                </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">12.      <span style="text-decoration: none;">José LuísPires</span></td>
<td valign="top">12.     Cláudia   Cruz</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>John Baldessari &#8211; Cigar smoke to match clouds that are different (by sight &#8211; side view); Throwing Balls in the air to get a straitgh Line (Best of 36 Tries)</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 13:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anareis</dc:creator>
				<category><![CDATA[projectos individuais]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Subsequently, Baldessari devised a number of different methods for arriving at unorthodox pictoral solutions that are connected to the real world by photography. Cigar Smoke to Match Clouds That Are Different (By Sight &#8211; Side View) (1972-73) and Throwing Balls in the Air to Get a Straiht Line (Best of 36 Tries) (1972-73) demonstrate how [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-432 alignnone" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2010/01/baldesari-cloud-207x300.jpg" alt="baldesari-cloud" width="207" height="300" /><img class="size-medium wp-image-433 alignnone" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2010/01/1693-300x225.jpg" alt="1693" width="300" height="225" /></p>
<p>&#8220;Subsequently, Baldessari devised a number of different methods for arriving at unorthodox pictoral solutions that are connected to the real world by photography. <em>Cigar Smoke to Match Clouds That Are Different (By Sight &#8211; Side View)</em> (1972-73) and <em>Throwing Balls in the Air to Get a Straiht Line</em> (Best of 36 Tries) (1972-73) demonstrate how camera frees the artist from hand-drawn, formal invention and its accompanying decision-making processes by mechanically providing him with given shapes. In the first work, puffs of smoke from the artist&#8217;s mouth are paired with rectangular reproductions of clouds in a group of prints and, in the second, rubber balls assume different configurations against the blackground of the sky in each of four prints.&#8221;</p>
<p>in Rorimer &#8211; New art in the 60s and 70s, redifinig reality, Thames and Hudson (p.132)</p>
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		<title>Francis Bacon</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 12:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anareis</dc:creator>
				<category><![CDATA[projectos individuais]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
 
&#8220;Considero-me um fabricante de imagens. A imagem é mais importante do que a beleza da pintura&#8230; Suponho que tenho sorte, pois as imagens aparecem tão simplesmente como se me fossem oferecidas&#8230; Penso sempre em mim não tanto como um pintor mas como um veículo para o acidente e o acaso&#8230; Não me julgo dotado; só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><img class="size-medium wp-image-428 alignleft" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2010/01/bacon_selfportrait1973-220x300.jpg" alt="bacon_selfportrait1973" width="220" height="300" /></p>
<p style="text-align: left"> </p>
<p style="text-align: left"> </p>
<p style="text-align: left">&#8220;Considero-me um fabricante de imagens. A imagem é mais importante do que a beleza da pintura&#8230; Suponho que tenho sorte, pois as imagens aparecem tão simplesmente como se me fossem oferecidas&#8230; Penso sempre em mim não tanto como um pintor mas como um veículo para o acidente e o acaso&#8230; Não me julgo dotado; só penso que sou receptivo&#8230;&#8221;</p>
<p style="text-align: left">in Ficacci - Bacon, Taschen Público (p. 81)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Hipnose, Arte e mais</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 23:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>janinada</dc:creator>
				<category><![CDATA[projectos individuais]]></category>

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		<description><![CDATA[A presente tese concentra-se na diferença entre as garatujas praticadas durante o momento em que a atenção é distraída por uma outra actividade, e os desenhos feitos durante o estado hipnótico. Ambas as expressões visuais oferecem um acesso para o subconsciente que tem grande importância na arte mas sempre está sujeito à critica racional. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span style="font-size: small">A presente tese concentra-se na diferença entre as garatujas praticadas durante o momento em que a atenção é distraída por uma outra actividade, e os desenhos feitos durante o estado hipnótico. Ambas as expressões visuais oferecem um acesso para o subconsciente que tem grande importância na arte mas sempre está sujeito à critica racional. Como se mudam as imagens quando a consciência está limitada ou parcialmente desligada, seria objectivo da pesquisa teórica e mesmo da experiência prática que dá a base para a comparação visual dos meus desenhos. No dia 30 de Dezembro 2009 vou realizar uma experiência com hipnose com o médico Dr. Rainer Arendt, que irá hipnotizar-me. Se for possível, durante o processo vou tentar desenhar para visualizar o acesso ao subconsciente em comparação ao acesso visualizado nos desenhos feitos entretanto que esteja a telefonar às pessoas. Também vou mostrar conclusões acerca da cultura primitiva no inicio da humanidade no qual os métodos diferentes como a música, a dança, as ervas ou o tabaco e a hipnose foram muito importantes para entrar no subconsciente, e que ao mesmo tempo influenciaram muito o desenvolvimento da religião, e assim obviamente da arte que começou na religião. </span></span></p>
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		<title>Psicotropismos</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 20:46:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DavidArantes</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[psicotrópicos]]></category>

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Brody Condon &#8211; &#8220;Without Sun&#8221;, 2006 http://tmpspace.com/audition
Takeshi Murata &#8211; &#8220;Melter 02&#8243;, 2003 http://www.youtube.com/watch?v=q6ucn3m7rN8
Alexander Gutke &#8211; &#8220;The White Light of the Void&#8221;, 2002 http://www.gregorpodnar.com/_index.php?p=galleryGalleryShow&#38;iContentGallery=59&#38;iPhoto=3
The Prodigy &#8211; &#8220;Out of Space&#8221;, 1992 http://www.youtube.com/watch?v=Di9OBlcCiDk
Goa Gil &#8211; http://www.youtube.com/watch?v=380iqaMMXjI
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-413  aligncenter" src="http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/wp-content/uploads/2009/12/out_of_space.jpg" alt="out_of_space" width="799" height="467" /></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center">
<p><span style="font-size: x-small">Brody Condon &#8211; &#8220;</span><span>Without Sun&#8221;, 2006</span><span style="font-size: x-small"> <a href="http://tmpspace.com/audition" target="_blank">http://tmpspace.com/audition</a></span></p>
<p><span style="font-size: x-small">Takeshi Murata &#8211; &#8220;</span><span>Melter 02&#8243;, 2003 </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=q6ucn3m7rN8" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=q6ucn3m7rN8</a></p>
<p><span style="font-size: x-small">Alexander Gutke &#8211; &#8220;</span>The White Light of the Void&#8221;, 2002 <a href="http://www.gregorpodnar.com/_index.php?p=galleryGalleryShow&amp;iContentGallery=59&amp;iPhoto=3" target="_blank">http://www.gregorpodnar.com/_index.php?p=galleryGalleryShow&amp;iContentGallery=59&amp;iPhoto=3</a></p>
<p>The Prodigy &#8211; &#8220;Out of Space&#8221;, 1992 <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Di9OBlcCiDk" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=Di9OBlcCiDk</a></p>
<p><span style="font-size: x-small">Goa Gil &#8211; </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=380iqaMMXjI" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=380iqaMMXjI</a></p>
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		<title>Sans Soleil &#8211; Chris Marker</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 22:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LuisNunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[projectos individuais]]></category>

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		<description><![CDATA[Chris Marker, mais conhecido pela sua curta metragem La Jetée (1962), trata um possível cenário social associado a uma experiência cientifica. Experiência que tem como objectivo uma viagem no tempo, através de memórias compostas de um pós guerra nuclear com o objectivo de remeter o passado e o futuro para salvar o presente.
Sans Soleil, realizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chris Marker, mais conhecido pela sua curta metragem La Jetée (1962), trata um possível cenário social associado a uma experiência cientifica. Experiência que tem como objectivo uma viagem no tempo, através de memórias compostas de um pós guerra nuclear com o objectivo de remeter o passado e o futuro para salvar o presente.</p>
<p>Sans Soleil, realizado em 1983, adopta como nome o álbum de Modest Mussofgsky. Sans Soleil é uma mediação entre a natureza humana da memória e a sua incapacidade ou capacidade de reencontrar contextos de vivências passadas como resultado da percepção singular e individual de um cenário que nos é envolvente e da forma como estas vivências nos afectam.<br />
Marker elevando o género documental, realiza este filme experimental, facultando aos seus espectadores várias referências e pensamentos filosóficos pertinentes. As imagens e as cenas são maioritariamente japonesas e da Guiné-Bissau, que são tidos como dois pontos de extrema sobrevivência, devido a todo um conjunto de condições sociais que são impostas a estas culturas. Outras cenas são filmadas na Islândia, Paris e São Francisco. Outras tem ainda um carácter puramente ficcional.<br />
Tido como documentário, Sans Soleil contém cenas ficcionais e na sua organização espacial varia de cidade para cidade sem uma coerência lógica habitual. O narrador feminino (Alexandra Stewart), lê um conjunto de cartas endereçadas a si, supostamente escritas por um cameraman, Sandor Krasna.<br />
É deste jogo entre a edição do documentário e as cartas dirigidas à narradora que existe a presença do acaso, em que as memórias e vivências de um passado se se reflecte no presente e no futuro, sendo variáveis de sujeito para sujeito.</p>
<p>http://video.google.com/videoplay?docid=2459111438622342949#</p>
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