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	<title>SEMINÁRIO/SEMINAR &#187; LuisPereira</title>
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	<description>FBAUP 2009/2010 (1s) - Miguel Leal</description>
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		<title>Glitch_apresentação</title>
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		<comments>http://www.virose.pt/ml/blogs/sem_10/?p=446#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 03:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LuisPereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[apresentações]]></category>

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		<description><![CDATA[G L I T C H    A R T
Erro / Acidente / Acaso
D e s e n h o
ex: “frottage” &#8211; ACIDENTE
P i n t u r a
ex: surgimento do “dripping” &#8211; ACIDENTE
J.Pollock – Number 8  1949  (detalhe)
M ú s i c a
ex: John Cage  (1912-1992)
William&#8217;s Mix (pauta)_1952
F o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>G L I T C H    A R T</p>
<p>Erro / Acidente / Acaso</p>
<p>D e s e n h o<br />
ex: “frottage” &#8211; ACIDENTE</p>
<p>P i n t u r a<br />
ex: surgimento do “dripping” &#8211; ACIDENTE<br />
J.Pollock – Number 8  1949  (detalhe)</p>
<p>M ú s i c a<br />
ex: John Cage  (1912-1992)</p>
<p>William&#8217;s Mix (pauta)_1952</p>
<p>F o t o g r a f i a<br />
ex: A. Strindberg &#8211; celestografias &#8211; ACASO</p>
<p>Sem título  1894  12&#215;8cm</p>
<p> </p>
<p><span id="more-446"></span></p>
<p>Contextualização</p>
<p>“Literally, a glitch is a spike or change in voltage in an electrical current.”<br />
- John Glenn, em 1962, durante o Programa Espacial Norte-Americano (referindo-se à explicação de alguns problemas de ordem técnica que experimentaram)</p>
<p>Da mesma forma que se assumiu e explorou o erro, o acidente e o acaso nas mais variadas áreas artísticas, o mesmo aconteceu no campo digital, surgindo assim a chamada “Glich Art”.</p>
<p>Contudo, comecemos por tentar perceber o que é um “Glitch puro”.<br />
O termo glitch é usado quando ocorre uma falha num sistema electrónico. Ou seja, é o resultado, inesperado, de um mau funcionamento, de uma avaria ou de um qualquer erro.<br />
Este termo pode ser aplicado tanto à área da informática como à área electrónica e cibernética, ou ainda a sistemas de informação. Estas falhas, de ordem técnica, podem acontecer nos mais variados tipos de suportes/aparelhos, como: software, hardware, máquinas fotográficas e de vídeo, videojogos, aparelhos de áudio e de telecomunicações.<br />
Um exemplo do que é um glitch puro foi o que aconteceu durante a apresentação oficial do “Microsoft Windows 98”, durante a qual houve um erro inesperado, e que viria a ficar conhecido como “a tela azul do Windows 98”.<br />
website: http://www.youtube.com/watch?v=2eZKLFNeVD4</p>
<p>Eventuais falhas que podem originar um Glitch:</p>
<p>- um CD/DVD arranhado ou danificado;<br />
- um fluxo de vídeo na Internet ou televisão digital;<br />
- interferências nas telecomunicações;<br />
- um acidente de software devido à insuficiência de memória;<br />
- uma câmara digital ou outro dispositivo com defeito;<br />
- pico de tensão que provoca danos nos sistemas informáticos;<br />
- um erro de comunicação, quando  se transferem dados de um ambiente para outro ou de um programa para outro. ex: “Glitch Pad”.</p>
<p>O Glitch Pad:</p>
<p>Na prática, consiste em abrir um qualquer ficheiro de imagem não compactado (extensão “bmp” ou “tiff”) no “Microsoft Word Pad” e clicar em “salvar”. Quando se abre novamente o arquivo como uma imagem, o resultado é um glitch da imagem original (deturpação da imagem original).<br />
Estes tipos de falhas ocorrem nos computadores devido a ”bugs” de software ou falhas de hardware, originando, não raras, vezes padrões ilegíveis que aparecem nos monitores, como se pode constatar no exemplo seguinte:</p>
<p>imagem original				  imagem glitch</p>
<p>Exemplos de alguns glitches mais comuns:</p>
<p>O Glitch como Arte</p>
<p>Numa altura em que cada vez mais a sociedade na qual estamos inseridos, tenta evitar e esconder o mais possível os seus próprios erros, curiosamente, ou talvez não, alguns artistas plásticos apropriam-se e exploram este mesmo “erro/falha”, transformando-o na sua bandeira, assumindo-o como o ponto fulcral do seu trabalho e investigação &#8211; o próprio erro torna-se, desta forma, potencialmente apelativo quer pelas suas características plásticas como conceituais.</p>
<p>Principais conceitos formais associados:<br />
- Fragmentação / Repetição / Linearidade / Sobreposição / Arrastamento / Deterioração / Grelha.</p>
<p>mas também, conceptualmente, a APROPRIAÇÃO e DESCONTEXTUALIZAÇÃO.</p>
<p>Alguns Artistas Glitch:</p>
<p>-	Tony (Ant) Scott<br />
-	 Jodi<br />
-	 Ryoji Ikeda<br />
-	 Yasunao Tone<br />
-	 Pipilotti Rist<br />
-	 Takeshi Murata</p>
<p>Tony (Ant) Scott (Ing.)<br />
Behind the word Glitch is now also emerging a digital art movement that explores imperfection by producing or saving unwanted images. Made with a digital camera, a printer or a scanner and based on an accident or a malfunction in a program causing a computer crash, a glitch can be defined saying that it is the on-screen output of something not working properly.</p>
<p>According to Tony (Ant) Scott making glitches do not seem to be the end of the world and these are the type that intrigue him. He worked out a 4 step pattern that will take you to glitch notoriety. The extended version can be found here: www.beflix.com/tech.html, we can summarize it as follows:</p>
<p>- Wait for something to go wrong, or force something to go wrong.</p>
<p>- Capture it.</p>
<p>- Use digital imaging software to crop the image to select the best of it.</p>
<p>- Upload your glitch on the internet.</p>
<p>Maybe it is the aesthetics or the experience of capturing pure glitches that make them seem so appealing. Like chasing rare butterflies and pinning them down once they are captured. There also seems to be a certain amount of fetish involved, regarding that there is such an obsession around the Glitch process and discovery of it, and making of it; glitch artists use or provoke digital &#8220;failure&#8221; to enlarge the artistic possibilities of these momentary accidents.</p>
<p>Série “CHROMA”<br />
(alguns exemplos &#8211; fotografias):<br />
“These images are based on some code I wrote on my Dragon 32 home computer in 1984, when I was a teenager. The digital information in the computer&#8217;s electronic memory, or RAM, is displayed on screen as black-and-white patterns. Then, these images have been slightly mistuned via a TV tuner, which creates the coloured fringes, called &#8220;chroma crawl&#8221;. I have long been fascinated by images which are simultaneously black-and-white, yet highly colourful at the same time.” – Tony (Ant) Scott</p>
<p>“It&#8217;s the image itself that interests me more than the process.”</p>
<p>trabalhos diversos (fotografias):</p>
<p>Joan Heemskerk  / Dirk Paesmans  / (Projecto “Jodi”)</p>
<p>Outros trabalhos que escolhemos para esta apresentação são desenvolvidos por dois artistas &#8211; Joan Heemskerk (holandês, nascido em 1968) e Dirk Paesmans (belga, nascido em 1965), os quais formam o colectivo “Jodi”.<br />
Ambos têm formação em fotografia e vídeo-arte, sendo que desde meados da década de 90 começaram a trabalhar em arte digital, criando projectos originais para a Internet.</p>
<p>As suas estratégias de intervenção passam pela utilização de vários suportes, sendo os principais, o cd-rom e a Internet sendo que aqui os projectos apresentados tiram partido da linguagem específica da web.<br />
Para quem não conhece o conceito dos seus trabalhos eles são totalmente incompreendidos. Por exemplo, um dos trabalhos que desenvolveram em 1995 parece, à primeira vista, ser um texto sem sentido ou um ficheiro corrompido, mas quem vir o código-fonte HTML compreende que há nele toda uma informação que revela diagramas detalhados de bombas de hidrogénio e de urânio.</p>
<p>website: wwwwwwwww.jodi.org</p>
<p>Um dos mais conhecidos projectos desta dupla é o “Error 404”. O “Error 404” é uma das mensagens de erro mais comuns na internet e é apresentado sempre que existem dificuldades na apresentação de uma webpage. Ou porque o endereço já não existe, foi alterado ou mal escrito ou ainda porque está fora de serviço ou, então, porque qualquer outro erro de navegação foi cometido. Contudo, neste caso o importante é a possibilidade de tirar partido deste tipo de anomalias que nasceram como informação e foram, posteriormente, usadas para um projecto artístico, onde existe a intenção clara de produzir obra a partir da manipulação (visual) deste erro de navegação.<br />
website: http://404.jodi.org/</p>
<p>Tanto neste trabalho como no anterior existem, simultaneamente, um factor de surpresa e de decepção, quando acedemos a estas webpages, pois deparamo-nos com uma série de linhas de programação informática que não era esperado ou suposto encontrarmos.<br />
Deparamo-nos, assim, com uma inversão do sentido natural das coisas na aparência destas páginas. Ao contrário da situação &#8220;habitual&#8221; em que o que é mostrado é, normalmente, o resultado da estrutura oculta da página, isto é, a sua programação. O que aqui fica oculto é precisamente o resultado visual pretendido, apenas acessível àqueles que conseguem chegar a níveis de manuseamento da navegação que lhes permita descobrir a componente onde habitualmente se esconde a programação.</p>
<p>Outro factor importante é a questão do anonimato subjacente a este género de trabalhos, pois quando os vemos não temos a possibilidade, pelo menos imediata, de saber quem está por detrás da construção destes sites. Quando perguntaram a Joan e a Dirk sobre o anonimato das suas obras eles responderam:</p>
<p>“Nós apresentamos ecrãs e coisas que estão a acontecer nesses ecrãs.<br />
Evitamos explicações. Olhem para qualquer exposição: as pessoas procuram as placas de informação ao lado dos trabalhos artísticos, antes de olharem para os trabalhos. Querem saber quem fez a peça, antes de terem uma opinião sobre esta. É o que tentamos evitar.”</p>
<p>Aproximação visual, processual e conceptual a outras práticas artísticas</p>
<p>Pintura  (visual)</p>
<p>- FRAGMENTAÇÃO<br />
Boccioni &#8211; Dinamismo da Cabeça de Um Homem  1914  óleo</p>
<p>- REPETIÇÃO<br />
Boccioni &#8211; Those Who Stay  1911  óleo</p>
<p>- DETERIORAÇÃO<br />
P.Cezanne &#8211; Le Jardin a Les Lauves  1906  óleo</p>
<p>- PIXELIZAÇÃO<br />
P.Cezanne &#8211; Le Mont Sainte-Victoire vu des Lauves  1906  óleo</p>
<p>- SOBREPOSIÇÃO<br />
G. Braque &#8211; Bottle, Newspaper, Pipe and Glass  1913  48&#215;64cm  téc.mista</p>
<p>- FRAGMENTAÇÃO<br />
G. Braque &#8211; Harbor in Normandy  1909  óleo</p>
<p>- GRELHA<br />
P.Mondrian &#8211; Composition A  1920  91,5&#215;92cm  óleo</p>
<p>- PIXELIZAÇÃO<br />
P.Mondrian &#8211; Broadway Boogie Woogie  1943  127&#215;127cm  oleo</p>
<p>- CONTAMINAÇÃO<br />
Gerhard Richter  (implicação com a Fotografia)</p>
<p>- ARRASTAMENTO<br />
Gerhard Richter &#8211; Green, Blue, Red  óleo</p>
<p>- PIXELIZAÇÃO<br />
Gerhard Richter &#8211; 4900 Colours  2007  680&#215;680cm  oleo</p>
<p>Bauhaus  (visual)</p>
<p>- LINEARIDADE, GRELHA<br />
Marcel Breuer</p>
<p>Cinema  (processual)</p>
<p>Stan Brakhage (1933-2003)</p>
<p>- acção/manipulação directa sobre o próprio médium</p>
<p>Ready-made  (conceptual)</p>
<p>O “Erro” na Glitch Art associado aos conceitos de:<br />
•	Apropriação</p>
<p>•	Descontextualização</p>
<p>Apropriação da estética Glitch pela cultura popular</p>
<p>Actualmente o campo desta prática artística tem-se alargado bastante, de forma a ser acessível neste momento a qualquer utilizador através de ferramentas disponíveis na web com programas específicos, os quais ajudam a criar este tipo de imagens ou de sons, como o “Jitter”, o “C74”, o “Processing 1.0” e o “Glitch Sequencer”, entre outros.</p>
<p>website: http://www.glitch-sequencer.com/</p>
<p>É ainda importante notar que existe uma distinção entre uma obra que está realmente corrompida e um trabalho que alcança resultados similares, adoptando algumas das características visuais ou sonoras típicas do glitch.</p>
<p>Esta estética tem vindo já a aparecer em varias áreas da cultura popular ou áreas comercias como por exemplo na moda:</p>
<p>- moda (padrões)</p>
<p>As imagens seguintes foram retiradas de um dos muitos temas de um gabinete de tendências francês chamado Nelly Rodi. O tema chama-se “Games” e todo ele é alusivo, quer em termos de formas, de cores e de motivos a esta estética glitch:</p>
<p>Outras áreas também mais populares onde actualmente se pode também constatar a exploração da estética glitch são, por exemplo:</p>
<p>- publicidade (televisiva);<br />
- cinema (ex: “Cloverfield”);<br />
- vídeo clips musicais (ex: Linkin Park);<br />
- comédia (ex: Umbilical Brothers).</p>
<p>Isabel Guimarães<br />
João Sineiro<br />
Luís Pereira</p>
<p>Seminário de Pintura &#8211; FBAUP &#8211; Janeiro de 2010</p>
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		<title>LuisPereira_projecto</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 22:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LuisPereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[projectos individuais]]></category>

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		<description><![CDATA[FBAUP  -  2009 / 2010 
____S E M I N Á R I O    D E    P I N T U R A______________ 
 Luís Eduardo A. Pereira
Aluno nº 061267094 – LAP Pintura (4º ano)
Apresentação de Proposta de Trabalho Final
 Porto, Novembro de 2009
 Para esta disciplina de Seminário de Pintura pretendo fazer e submeter a avaliação um trabalho dividido numa componente prática e numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FBAUP  -  2009 / 2010 </p>
<p>____<strong>S</strong> E M I N Á R I O    D E    <strong>P</strong> I N T U R A______________ </p>
<p> <strong>Luís Eduardo A. Pereira</strong></p>
<p>Aluno nº 061267094 – LAP Pintura (4º ano)</p>
<p>Apresentação de Proposta de Trabalho Final</p>
<p> Porto, Novembro de 2009</p>
<p> Para esta disciplina de Seminário de Pintura pretendo fazer e submeter a avaliação um trabalho dividido numa componente prática e numa componente teórica. </p>
<p> Tematicamente &#8211; e procurando desta forma fazer a ponte com as matérias abordadas ao longo das aulas da presente disciplina -, pretendo explorar, essencialmente, a famigerada relação <strong>Linha/Mancha</strong>. Esta é uma questão a qual, ao longo deste percurso na FBA, me sensibilizou e continua a sensibilizar de alguma forma (tanto no campo do Desenho como no da Pintura). Ainda nesta perspectiva e a nível conceptual, procurarei trabalhar também, simultaneamente, outros temas que me são caros como a relação <strong>Ausência/Presença</strong>, a vontade de enfatizar o “<strong>negativo</strong>” (no caso concreto, aquilo que aparentemente tem menos importância) e, ainda, a questão de partir para uma linguagem com algum <strong>condicionalismo</strong> inicial.<br />
<span id="more-280"></span> </p>
<p> Assim sendo, é meu objectivo transformar um texto &#8211; mais exactamente um livro &#8211; num conjunto de imagens. Concretamente, partindo das linhas e pontos que compõem um texto impresso (livro sem imagens) procurarei chegar a um conjunto de manchas coloridas (apenas imagens). Partirei, para isso, dos espaços vazios existentes entre as palavras (os meus “negativos” &#8211; aquilo que nunca é lido) para conceber uma teia/grelha, a qual terá portanto uma génese totalmente condicionada. Resumindo, partindo da apropriação de um determinado livro/texto, procurarei fazer uma recriação &#8211; imagética &#8211; do mesmo.</p>
<p> Este será um trabalho de busca e de transformação. Transformação da linha em mancha e, simultaneamente, de um vazio (mancha?) em linha, assim como daquilo que comummente menos importância recebe num dado contexto, numa grelha condicionadora e determinante para o resultado visual final. É precisamente neste ponto que se coloca a questão respeitante à relação ausência/presença.</p>
<p> Na prática, a metodologia a usar será a de sobrepondo inicialmente folhas de acetato sobre as várias páginas do livro em causa, criar, manualmente e com a menor deslocação possível de um marcador de cor preta entre os espaços já mencionados, a referida grelha. Numa segunda fase, passarei o conjunto dos desenhos feitos nos acetatos para computador e, utilizando a ferramenta “Photoshop”, preencherei com cores planas os espaços criados, chegando desta forma às desejadas manchas coloridas. No presente momento ainda não defini que critério usar para a escolha das ditas cores.</p>
<p> O resultado final desta componente prática será, à priori, um livro formalmente o mais semelhante que possa conseguir relativamente ao original e apresentá-los em conjunto. Digo à priori porque gostaria de deixar em aberto e ao sabor do evoluir do trabalho alguma outra ideia que possa surgir, não para substituir o “novo livro” mas como eventual complemento deste.</p>
<p> No que à componente teórica (pequeno ensaio) diz respeito, não tenho, neste momento, muito a adiantar. Contudo, pretenderei, como se compreenderá, realizar uma reflexão sobre os conceitos-chave que estão presentes no trabalho prático, de forma a poder reforça-lo.</p>
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